Por Fabiano Tito Rosa do site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br) em 22/06/2009:
"Não vou entrar nos méritos. Mas o fato é que as ações do Ministério Público e da Polícia Federal no Pará e Rondônia têm servido, ao menos, para “bagunçar” o mercado do boi gordo. Ninguém sabe de quem pode comprar e para quem pode vender, levando à retração do ritmo dos negócios e à desvalorização da arroba.
Ao final, todos os pecuaristas saem prejudicados. Sem exceção.
No decorrer do mês de junho (até dia 19) a Scot Consultoria registrou desvalorização de 0,9% para a arroba do boi gordo, considerando a média de 28 praças pesquisadas.
As maiores retrações foram registradas justamente no Pará: -5,6% em Marabá e -7,0% na região de Redenção.
Em Rondônia, onde o mercado se mostrava relativamente firme, o boi recuou dois dias seguidos (18 e 19), passando de R$70,00/@ para R$68,00/@. Isso graças à “Operação Abate”.
Estive na Feicorte na semana passada, em São Paulo, e o futuro da pecuária na Amazônia Legal era o tema que dominava todas as rodas de discussão.
Logística deficiente, invasões de terra, pressões sócio-ambientais, ações do Ministério Público, ações da Polícia Federal, corrupção deslavada, preconceito, desgaste de imagem... será que dá para continuar produzindo carne no Norte do Brasil?".
terça-feira, 23 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Diminui reserva mundial de grãos
Pelo site Portal do Agronegócio (www.portaldoagronegocio.com.br)em 26/05/2009.
"No caso da soja, a elevação das cotações internacionais responde ao que os analistas chamam de choque de oferta. Há dois anos o mundo produz menos soja do que consome.
Em 2009, a recessão econômica vai reduzir em 3% a demanda pelo grão, mas a produção mundial, que já havia sido deficitária no ciclo anterior, vai cair 4%. Como resultado, os estoques mundiais do grão recuarão ao mais baixo nível dos últimos cinco anos no ciclo 2008/09.
"Mesmo que a safra 2009/10 seja cheia no mundo todo, ainda assim não será suficiente para recompor os estoques", calcula Pedro Collussi, analista da AgraFNP. O excedente mundial de soja, que chegou a ser superior a 60 milhões de toneladas em 2007, será de apenas 42,5 milhões de toneladas no ciclo 2008/09. A relação entre estoque e consumo, que alcançou confortáveis 28% há dois anos, despencou para 19% neste ano. Os dados são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)...".
"No caso da soja, a elevação das cotações internacionais responde ao que os analistas chamam de choque de oferta. Há dois anos o mundo produz menos soja do que consome.
Em 2009, a recessão econômica vai reduzir em 3% a demanda pelo grão, mas a produção mundial, que já havia sido deficitária no ciclo anterior, vai cair 4%. Como resultado, os estoques mundiais do grão recuarão ao mais baixo nível dos últimos cinco anos no ciclo 2008/09.
"Mesmo que a safra 2009/10 seja cheia no mundo todo, ainda assim não será suficiente para recompor os estoques", calcula Pedro Collussi, analista da AgraFNP. O excedente mundial de soja, que chegou a ser superior a 60 milhões de toneladas em 2007, será de apenas 42,5 milhões de toneladas no ciclo 2008/09. A relação entre estoque e consumo, que alcançou confortáveis 28% há dois anos, despencou para 19% neste ano. Os dados são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)...".
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Alguém tem que perder
Pelos site Beef Point (www.beefpoint.com.br) em 22/05/2009
"Minc busca apoio para se opor a ruralistas
A disputa em torno do Código Florestal continua acirrada e novas alianças começam a se formar. Acuado pela ação do forte lobby ruralista no Congresso, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reagiu ontem às propostas de reforma do Código Florestal Brasileiro buscando o apoio de movimentos sociais de produtores familiares, assentados da reforma agrária, agricultores sem terra e ambientalistas.
Com este apoio Minc deve ter mais força nos debates e afirmou que a aliança com os produtores familiares seria estratégica para evitar uma "derrota histórica" nas discussões sobre a reforma do Código Florestal no Congresso. O avanço das teses ruralistas no Congresso preocupa os ambientalistas.
Para convencer os novos aliados, o ministro prometeu tratamento diferenciado aos agricultores familiares e afirmou que é possível estudar concessões como a recomposição de áreas de preservação permanente (APPs) com espécies nativas combinadas ao plantio de frutas e somadas as APPs com áreas de reserva legal, pagamento por serviços ambientais, regularização fundiária e a compensação de áreas degradadas com doações de áreas preservadas.
Também estão sendo discutidas medidas como permitir que pequenos produtores o cultivem regiões com declividade superior a 45 graus (topos de morro). "Tem que haver essa diferenciação da agricultura familiar e do agronegócio. Vamos manter e apoiar o Ministério do Meio Ambiente e derrubar as propostas dos ruralistas", disse a secretária de Meio Ambiente da Confederação dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), Rosecléia dos Santos.
Na reunião, Minc afirmou que o encontro era o início do "movimento de reação" contra as alterações propostas na medida provisória 459, que modifica a legislação ambiental. "Não queremos uma derrota honrosa", afirmou. "Vamos dar um tratamento diferenciado à produção familiar para fazer face ao rolo compressor dos ruralistas e terminar de vez com esse terrorismo que está sendo tocado em cima do pequeno agricultor, que acaba sendo arregimentado para interesses daquele que quer passar a motosserra e o trator em cima do que restou."
A matéria é de Mauro Zanatta, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe Agripoint".
"Minc busca apoio para se opor a ruralistas
A disputa em torno do Código Florestal continua acirrada e novas alianças começam a se formar. Acuado pela ação do forte lobby ruralista no Congresso, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reagiu ontem às propostas de reforma do Código Florestal Brasileiro buscando o apoio de movimentos sociais de produtores familiares, assentados da reforma agrária, agricultores sem terra e ambientalistas.
Com este apoio Minc deve ter mais força nos debates e afirmou que a aliança com os produtores familiares seria estratégica para evitar uma "derrota histórica" nas discussões sobre a reforma do Código Florestal no Congresso. O avanço das teses ruralistas no Congresso preocupa os ambientalistas.
Para convencer os novos aliados, o ministro prometeu tratamento diferenciado aos agricultores familiares e afirmou que é possível estudar concessões como a recomposição de áreas de preservação permanente (APPs) com espécies nativas combinadas ao plantio de frutas e somadas as APPs com áreas de reserva legal, pagamento por serviços ambientais, regularização fundiária e a compensação de áreas degradadas com doações de áreas preservadas.
Também estão sendo discutidas medidas como permitir que pequenos produtores o cultivem regiões com declividade superior a 45 graus (topos de morro). "Tem que haver essa diferenciação da agricultura familiar e do agronegócio. Vamos manter e apoiar o Ministério do Meio Ambiente e derrubar as propostas dos ruralistas", disse a secretária de Meio Ambiente da Confederação dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), Rosecléia dos Santos.
Na reunião, Minc afirmou que o encontro era o início do "movimento de reação" contra as alterações propostas na medida provisória 459, que modifica a legislação ambiental. "Não queremos uma derrota honrosa", afirmou. "Vamos dar um tratamento diferenciado à produção familiar para fazer face ao rolo compressor dos ruralistas e terminar de vez com esse terrorismo que está sendo tocado em cima do pequeno agricultor, que acaba sendo arregimentado para interesses daquele que quer passar a motosserra e o trator em cima do que restou."
A matéria é de Mauro Zanatta, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe Agripoint".
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Preço do boi gordo em queda
Pelo site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br) em 11/05/2009
Por Rafael Ribeiro de Lima Filho
"Os frigoríficos continuam pressionando negativamente os preços do boi gordo no Mato Grosso.
Na última semana, de acordo com levantamento da Scot Consultoria, a arroba caiu R$1,00 na região de Cuiabá e os negócios ocorreram, em geral, a R$71,00/@, a prazo, para descontar o funrural.
Com a melhor oferta de animais terminados nas últimas semanas, os frigoríficos alongaram as escalas de abates, que giram em torno de 5 a 6 dias . Entretanto, contando com preços menores, o pecuarista já começa a segurar o gado.
Na região de Cuiabá, o boi gordo acumula queda de quase 3% desde o início de maio, é a maior desvalorização no Estado".
Por Rafael Ribeiro de Lima Filho
"Os frigoríficos continuam pressionando negativamente os preços do boi gordo no Mato Grosso.
Na última semana, de acordo com levantamento da Scot Consultoria, a arroba caiu R$1,00 na região de Cuiabá e os negócios ocorreram, em geral, a R$71,00/@, a prazo, para descontar o funrural.
Com a melhor oferta de animais terminados nas últimas semanas, os frigoríficos alongaram as escalas de abates, que giram em torno de 5 a 6 dias . Entretanto, contando com preços menores, o pecuarista já começa a segurar o gado.
Na região de Cuiabá, o boi gordo acumula queda de quase 3% desde o início de maio, é a maior desvalorização no Estado".
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Abiec confirma que exportação para o Chile está liberada
Pelo site Beef Point (www.beefpoint.com.br) em 23/04/2009
"A exportação de carne bovina in natura e congelada do Brasil para o Chile está liberada a partir de hoje. A autorização foi dada ontem pelo governo chileno, conforme informações do diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado. "O comércio de carne bovina com o Chile está liberado a partir de hoje", garantiu Cançado.
Ele explicou que 18 unidades de frigoríficos pleiteavam a liberação das exportações, das quais 16 tiveram o pedido atendido. Ainda não há, porém, detalhes sobre as plantas que foram aprovadas, nem sua localização. Cançado acrescentou que o objetivo agora é descobrir quais os critérios que levaram à desaprovação de duas unidades. "Mas acreditamos que isso pode ser revertido em breve, em questão de semanas, e todas as 18 unidades possam exportar para o Chile".
O diretor executivo acrescentou que o passo seguinte é retomar as vendas aos níveis de 2005, quando o comércio com aquele país foi fechado. Naquela época, o Chile deixou de reconhecer regiões do Brasil como livres de febre aftosa. Desde então, 36 unidades de frigoríficos ficaram impedidas de exportar carne bovina para aquele país. "Vamos trabalhar para que as 36 unidades voltem a exportar, pois todas têm o mesmo padrão de qualidade", garantiu.
Hoje o potencial de exportação de carne bovina para o Chile alcança cerca de 100 mil toneladas por ano, conforme cálculos da Abiec. O Brasil pode se tornar em breve o principal fornecedor de carne bovina para o Chile, tomando mercado de países como Argentina e Uruguai, que representam, respectivamente, 45% e 41% do volume importado.
Cançado criticou a demora na liberação das exportações pelo governo chileno. "Foram três anos para o reconhecimento do Brasil como área livre de aftosa e mais 4 meses para a habilitação das 16 unidades". "Outros países precisaram de 1 ano e meio entre o reconhecimento e as primeiras habilitações", concluiu.
As informações são da Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint".
"A exportação de carne bovina in natura e congelada do Brasil para o Chile está liberada a partir de hoje. A autorização foi dada ontem pelo governo chileno, conforme informações do diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado. "O comércio de carne bovina com o Chile está liberado a partir de hoje", garantiu Cançado.
Ele explicou que 18 unidades de frigoríficos pleiteavam a liberação das exportações, das quais 16 tiveram o pedido atendido. Ainda não há, porém, detalhes sobre as plantas que foram aprovadas, nem sua localização. Cançado acrescentou que o objetivo agora é descobrir quais os critérios que levaram à desaprovação de duas unidades. "Mas acreditamos que isso pode ser revertido em breve, em questão de semanas, e todas as 18 unidades possam exportar para o Chile".
O diretor executivo acrescentou que o passo seguinte é retomar as vendas aos níveis de 2005, quando o comércio com aquele país foi fechado. Naquela época, o Chile deixou de reconhecer regiões do Brasil como livres de febre aftosa. Desde então, 36 unidades de frigoríficos ficaram impedidas de exportar carne bovina para aquele país. "Vamos trabalhar para que as 36 unidades voltem a exportar, pois todas têm o mesmo padrão de qualidade", garantiu.
Hoje o potencial de exportação de carne bovina para o Chile alcança cerca de 100 mil toneladas por ano, conforme cálculos da Abiec. O Brasil pode se tornar em breve o principal fornecedor de carne bovina para o Chile, tomando mercado de países como Argentina e Uruguai, que representam, respectivamente, 45% e 41% do volume importado.
Cançado criticou a demora na liberação das exportações pelo governo chileno. "Foram três anos para o reconhecimento do Brasil como área livre de aftosa e mais 4 meses para a habilitação das 16 unidades". "Outros países precisaram de 1 ano e meio entre o reconhecimento e as primeiras habilitações", concluiu.
As informações são da Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint".
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Paraná se destaca na prevenção da gripe aviária
Pelo site Portal do Agronegócio (www.portaldoagronegocio.com.br) em 21/04/2009:
"O Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso têm a melhor classificação entre os 22 estados brasileiros que participam do Plano Nacional de Prevenção à Influenza Aviária e Doença de Newcastle, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O resultado foi anunciado pelo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, nesta sexta-feira (17), em Curitiba/PR. Esta é a segunda auditoria para avaliar o desempenho dos estados no programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). Segundo Kroetz, com o relatório da avaliação, o setor público e a iniciativa privada de cada um dos 22 estados poderão criar um novo plano de ação e adotar medidas corretivas para melhorar a capacidade de gerenciamento e reação, em caso de detecção de algum foco da doença. O secretário ressaltou que o relatório indica os pontos fortes e fracos da atividade em cada região, lembrando que a classificação é específica para regionalizar o risco, não considerando a qualidade do produto.
Segurança aos consumidores
De acordo com Inácio Kroetz, o Plano Nacional de Prevenção à Influenza Aviária e Doença de Newcastle tem como objetivo fortalecer a estrutura de defesa sanitária e dar garantias aos consumidores sobre a qualidade dos produtos avícolas. "Em termos de volume, o frango é a carne mais exportada pelo Brasil. Atualmente, o País responde por cerca de 30% de participação na produção e exportação de frango de corte no mundo", destacou. A criação desse sistema de classificação atendeu a uma reivindicação do setor produtivo, dentro do programa de regionalização da avicultura brasileira. "O plano verifica a capacidade de gerenciamento de risco no setor aviário e conta com a participação de 22 estados brasileiros para análise dos procedimentos de proteção do plantel avícola nessas localidades", finalizou Kroetz".
"O Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso têm a melhor classificação entre os 22 estados brasileiros que participam do Plano Nacional de Prevenção à Influenza Aviária e Doença de Newcastle, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O resultado foi anunciado pelo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, nesta sexta-feira (17), em Curitiba/PR. Esta é a segunda auditoria para avaliar o desempenho dos estados no programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). Segundo Kroetz, com o relatório da avaliação, o setor público e a iniciativa privada de cada um dos 22 estados poderão criar um novo plano de ação e adotar medidas corretivas para melhorar a capacidade de gerenciamento e reação, em caso de detecção de algum foco da doença. O secretário ressaltou que o relatório indica os pontos fortes e fracos da atividade em cada região, lembrando que a classificação é específica para regionalizar o risco, não considerando a qualidade do produto.
Segurança aos consumidores
De acordo com Inácio Kroetz, o Plano Nacional de Prevenção à Influenza Aviária e Doença de Newcastle tem como objetivo fortalecer a estrutura de defesa sanitária e dar garantias aos consumidores sobre a qualidade dos produtos avícolas. "Em termos de volume, o frango é a carne mais exportada pelo Brasil. Atualmente, o País responde por cerca de 30% de participação na produção e exportação de frango de corte no mundo", destacou. A criação desse sistema de classificação atendeu a uma reivindicação do setor produtivo, dentro do programa de regionalização da avicultura brasileira. "O plano verifica a capacidade de gerenciamento de risco no setor aviário e conta com a participação de 22 estados brasileiros para análise dos procedimentos de proteção do plantel avícola nessas localidades", finalizou Kroetz".
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Paraguai: cresce exportação de carnes no 1º trimestre
Pelos site Beef Point (www.beefpoint.com.br) em 15/04/2009:
"Ao fechamento do primeiro trimestre, as exportações acumuladas de carne do Paraguai representam uma receita 2% superior à do mesmo período do ano passado, segundo um relatório de comércio exterior do Banco Central do Paraguai (BCP). O valor das exportações de carne foi de US$ 122,1 milhões, frente aos US$ 119,8 milhões do ano passado.
De acordo com as estatísticas, foi revertida a tendência que se vinha observando no segundo semestre do ano passado, já que em janeiro, o país obteve uma receita de exportação de carnes de US$ 29,7 milhões; em fevereiro, US$ 39,1 milhões e, em março, US$ 53,2 milhões.
No ano passado, observou-se um constante aumento até o mês de julho, quando a receita de exportações de carne chegou a US$ 77,9 milhões. Depois disso, a receita foi caindo, até chegar ao piso de US$ 29,7 milhões em janeiro desse ano.
As causas disso foram basicamente duas. Uma, a queda dos preços no mercado internacional, em coincidência com a crise econômica global; e a outra, a perda do mercado chileno devido à entrada de carne australiana, com maior competitividade na produção e um menor preço.
No entanto, nos últimos dois meses, a tendência decrescente se reverteu, o que terá um efeito positivo no setor de carnes. Isso também terá um efeito negativo para os consumidores, já que com o aumento das exportações se pode registrar um aumento no preço da carne, segundo expressaram técnicos do BCP.
Nos últimos meses, junto com a redução das exportações, houve uma queda nos preços da maioria dos cortes de carne. Embora os preços não tenham baixado muito, pelo menos se mantiveram mais accessíveis em comparação aos picos mais elevados registrados durante o ano anterior.
Com os resultados alcançados nos três primeiros meses do ano, a carne se mantém como o segundo produto de exportação do Paraguai, em divisas, atrás da soja.
A reportagem é do Ultimahora.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint".
"Ao fechamento do primeiro trimestre, as exportações acumuladas de carne do Paraguai representam uma receita 2% superior à do mesmo período do ano passado, segundo um relatório de comércio exterior do Banco Central do Paraguai (BCP). O valor das exportações de carne foi de US$ 122,1 milhões, frente aos US$ 119,8 milhões do ano passado.
De acordo com as estatísticas, foi revertida a tendência que se vinha observando no segundo semestre do ano passado, já que em janeiro, o país obteve uma receita de exportação de carnes de US$ 29,7 milhões; em fevereiro, US$ 39,1 milhões e, em março, US$ 53,2 milhões.
No ano passado, observou-se um constante aumento até o mês de julho, quando a receita de exportações de carne chegou a US$ 77,9 milhões. Depois disso, a receita foi caindo, até chegar ao piso de US$ 29,7 milhões em janeiro desse ano.
As causas disso foram basicamente duas. Uma, a queda dos preços no mercado internacional, em coincidência com a crise econômica global; e a outra, a perda do mercado chileno devido à entrada de carne australiana, com maior competitividade na produção e um menor preço.
No entanto, nos últimos dois meses, a tendência decrescente se reverteu, o que terá um efeito positivo no setor de carnes. Isso também terá um efeito negativo para os consumidores, já que com o aumento das exportações se pode registrar um aumento no preço da carne, segundo expressaram técnicos do BCP.
Nos últimos meses, junto com a redução das exportações, houve uma queda nos preços da maioria dos cortes de carne. Embora os preços não tenham baixado muito, pelo menos se mantiveram mais accessíveis em comparação aos picos mais elevados registrados durante o ano anterior.
Com os resultados alcançados nos três primeiros meses do ano, a carne se mantém como o segundo produto de exportação do Paraguai, em divisas, atrás da soja.
A reportagem é do Ultimahora.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint".
terça-feira, 14 de abril de 2009
Mercado do boi gordo já recuperou parte da queda desde o começo do ano
Por Maria Gabriela O Tonini do site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br) em 14/04/2009.
"Do começo de 2009 até meados de março os preços do boi gordo caíram, em média, 8,64%, considerando as 28 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. Em algumas regiões os recuos ultrapassaram 13%, como é o caso do Triângulo Mineiro, Belo Horizonte-MG e Goiás. Já em outras praças as cotações caíram menos. No Tocantins e no Pará, por exemplo, o boi gordo caiu cerca de 5% no período.
As quedas ocorreram pois houve uma diminuição na pressão do lado da demanda por carne. As exportações mantiveram-se inibidas, e os frigoríficos, receosos com a situação no mercado interno e externo, diminuíram os abates.
Mas, de meados de março até agora, o mercado tem trabalhado com preços mais firmes e em alta na maior parte das praças. Os pastos estão ajudando os pecuaristas na venda compassada dos animais e aos poucos as vendas de carne são retomadas.
Desde o início de março, o mercado já recuperou 3% dos 8,64% “perdidos” desde o começo do ano. Mas em comparação a abril de 2008, os preços hoje estão 2,12% mais altos, considerando todas as praças pesquisadas. Já em comparação com 2007, a alta chega a 41%.
De fato os preços caíram desde o começo do ano, mas em comparação com os anos anteriores, as cotações estão a favor do pecuarista".
"Do começo de 2009 até meados de março os preços do boi gordo caíram, em média, 8,64%, considerando as 28 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. Em algumas regiões os recuos ultrapassaram 13%, como é o caso do Triângulo Mineiro, Belo Horizonte-MG e Goiás. Já em outras praças as cotações caíram menos. No Tocantins e no Pará, por exemplo, o boi gordo caiu cerca de 5% no período.
As quedas ocorreram pois houve uma diminuição na pressão do lado da demanda por carne. As exportações mantiveram-se inibidas, e os frigoríficos, receosos com a situação no mercado interno e externo, diminuíram os abates.
Mas, de meados de março até agora, o mercado tem trabalhado com preços mais firmes e em alta na maior parte das praças. Os pastos estão ajudando os pecuaristas na venda compassada dos animais e aos poucos as vendas de carne são retomadas.
Desde o início de março, o mercado já recuperou 3% dos 8,64% “perdidos” desde o começo do ano. Mas em comparação a abril de 2008, os preços hoje estão 2,12% mais altos, considerando todas as praças pesquisadas. Já em comparação com 2007, a alta chega a 41%.
De fato os preços caíram desde o começo do ano, mas em comparação com os anos anteriores, as cotações estão a favor do pecuarista".
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Estimativas para safra de grãos 2009
Pelo site Beef Point (www.beefpoint.com.br)em 08/04/2009
"A terceira estimativa da safra agrícola 2009, divulgada nesta terça-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), manteve a previsão de queda na produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas. O recuo apontado pelo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de março, no entanto, é menor do que o estimado em fevereiro.
De acordo com o documento, a produção este ano deverá atingir 136,4 milhões de toneladas, o que significa uma redução de 6,5% em relação à do ano passado, quando foram colhidos 145,9 milhões de toneladas. A área plantada deve chegar a 47,1 milhões de hectares, 0,1% menor que a de 2008 (47,2 milhões de hectares). A última previsão da safra agrícola, feita pelo IBGE em fevereiro, apontava uma queda de 7,3% em relação à do ano passado, em consequência das instabilidades climáticas, e um aumento de 0,3% na área plantada.
Entre os 25 produtos pesquisados, nove apresentam alta na estimativa de produção em relação a de 2008: amendoim em casca segunda safra (16,7%), arroz em casca (4,7%), cacau em amêndoa (3,1%), cana-de-açúcar (4,0%), cebola (5,9%), feijão primeira safra (17,4%), feijão segunda safra (5,8%), laranja (0,6%) e mandioca (3,8%).
O levantamento prevê ainda queda na produção nas regiões Sul (-8,8%), Centro-Oeste (-7,5%) e Sudeste (-4,3%). Já para o Nordeste (3,8%) e para o Norte (0,7%), a previsão é de alta.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também divulgou ontem (07), em Brasília, um novo levantamento da safra de grãos 2008/2009. A estatal prevê um resultado melhor do que o anterior, que previu a primeira alta após cinco quedas consecutivas. A produção deverá chegar a 137,57 milhões de toneladas, crescimento de 1,7% em relação à da pesquisa anterior, que projetava a colheita de 135,32 milhões de toneladas.
As informações são do DCI, adaptadas e resumidas pela Equipe AgriPoint".
"A terceira estimativa da safra agrícola 2009, divulgada nesta terça-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), manteve a previsão de queda na produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas. O recuo apontado pelo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de março, no entanto, é menor do que o estimado em fevereiro.
De acordo com o documento, a produção este ano deverá atingir 136,4 milhões de toneladas, o que significa uma redução de 6,5% em relação à do ano passado, quando foram colhidos 145,9 milhões de toneladas. A área plantada deve chegar a 47,1 milhões de hectares, 0,1% menor que a de 2008 (47,2 milhões de hectares). A última previsão da safra agrícola, feita pelo IBGE em fevereiro, apontava uma queda de 7,3% em relação à do ano passado, em consequência das instabilidades climáticas, e um aumento de 0,3% na área plantada.
Entre os 25 produtos pesquisados, nove apresentam alta na estimativa de produção em relação a de 2008: amendoim em casca segunda safra (16,7%), arroz em casca (4,7%), cacau em amêndoa (3,1%), cana-de-açúcar (4,0%), cebola (5,9%), feijão primeira safra (17,4%), feijão segunda safra (5,8%), laranja (0,6%) e mandioca (3,8%).
O levantamento prevê ainda queda na produção nas regiões Sul (-8,8%), Centro-Oeste (-7,5%) e Sudeste (-4,3%). Já para o Nordeste (3,8%) e para o Norte (0,7%), a previsão é de alta.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também divulgou ontem (07), em Brasília, um novo levantamento da safra de grãos 2008/2009. A estatal prevê um resultado melhor do que o anterior, que previu a primeira alta após cinco quedas consecutivas. A produção deverá chegar a 137,57 milhões de toneladas, crescimento de 1,7% em relação à da pesquisa anterior, que projetava a colheita de 135,32 milhões de toneladas.
As informações são do DCI, adaptadas e resumidas pela Equipe AgriPoint".
terça-feira, 7 de abril de 2009
Preços de lácteos reagiram em março
Por Cristiane de Paula Turco do site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br), em 07/04/2009.
"De acordo com levantamento da Scot Consultoria os preços dos lácteos no varejo de São Paulo reagiram, em média, 2,38% em março. Em relação a março de 2008, as cotações ficaram cerca de 15% mais altas.
Já nas indústrias, os preços dos lácteos caíram 5% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Destaque para o leite em pó, cuja queda chegou a 22% no mesmo período.
Interessante destacar que, com exceção de pouquíssimos produtos, como o leite fluido e a manteiga, todos os produtos estão com cotações mais baixas do que no ano passado, situação bem diferente do que foi observada nos supermercados.
No varejo, apenas o valor do leite em pó está mais baixo. Isso se deve ao fato do Brasil ter diminuído as exportações do produto nos últimos meses, provocando excedente no mercado interno".
"De acordo com levantamento da Scot Consultoria os preços dos lácteos no varejo de São Paulo reagiram, em média, 2,38% em março. Em relação a março de 2008, as cotações ficaram cerca de 15% mais altas.
Já nas indústrias, os preços dos lácteos caíram 5% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Destaque para o leite em pó, cuja queda chegou a 22% no mesmo período.
Interessante destacar que, com exceção de pouquíssimos produtos, como o leite fluido e a manteiga, todos os produtos estão com cotações mais baixas do que no ano passado, situação bem diferente do que foi observada nos supermercados.
No varejo, apenas o valor do leite em pó está mais baixo. Isso se deve ao fato do Brasil ter diminuído as exportações do produto nos últimos meses, provocando excedente no mercado interno".
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Incentivo fiscal aos exportadores
Pelo site Beef Point (www.beefpoint.com.br) em 02/04/2009
"Há muito esperado pelos produtores agrícolas e especialmente pela agroindústria, a regulamentação do Drawback Integrado foi enfim assinada ontem pela secretaria da Receita Federal, Lina Maria Vieira. A nova portaria regulamenta a legislação que permite a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do PIS/Cofins na aquisição de insumos no mercado interno, quando o produto final for destinado ao comércio internacional. O mecanismo foi criado em dezembro e o objetivo era incluir o setor agrícola, principalmente os avicultores.
Em entrevista à Gazeta Mercantil, a secretária da Receita Federal informou que a regulamentação do regime especial Drawback Integrado vai contribuir para estimular as empresas e melhorar os números da balança comercial. "Isso vai ajudar muito os exportadores, pois estamos fazendo a suspensão das alíquotas de IPI, PIS/Confins, para que essa indústria compre os insumos. Tudo que é empregado ou consumido na industrialização ou na elaboração do produto a ser exportado terá a suspensão desses tributos. Isso vai facilitar bastante a vida do exportador", disse Lina.
Questionada sobre o impacto fiscal com a inclusão do setor agrícola no drawback, a secretária Lina respondeu que não se deve exportar tributo e que o importante é o estímulo que o mecanismo vai proporcionar às exportações. No caso do setor agrícola, ela calcula uma desoneração de 14,25% nas alíquotas de PIS/Confins e IPI. Hoje a alíquota de PIS/Confins é de 9,25% e a do IPI de 5% em média.
Segundo a portaria, serão desonerados dos insumos o IPI vinculado à exportação e o PIS/Pasep e PIS/Confins. Serão beneficiadas pelo regime especial as empresas que declaram impostos pelo lucro real, segundo esclarecimentos de fontes do Fisco. E serão vedadas as empresas que declaram pelo Regime do Simples, lucro presumido e cooperativas, com exceção das cooperativas agrícolas.
"Essa é uma medida de facilitação. O que estamos fazendo é incentivar o mercado interno para que ele produza e exporte mais sem entraves que existiam na incidência do PIS/Confins em todos os insumos que o exportador adquiria para produzir o produto e exportar", declarou. O MDIC está desenvolvendo um software para incluir o setor agrícola no sistema especial Drawback Integrado.
A matéria é de Viviane Monteiro, publicada na Gazeta Mercantil, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint".
"Há muito esperado pelos produtores agrícolas e especialmente pela agroindústria, a regulamentação do Drawback Integrado foi enfim assinada ontem pela secretaria da Receita Federal, Lina Maria Vieira. A nova portaria regulamenta a legislação que permite a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do PIS/Cofins na aquisição de insumos no mercado interno, quando o produto final for destinado ao comércio internacional. O mecanismo foi criado em dezembro e o objetivo era incluir o setor agrícola, principalmente os avicultores.
Em entrevista à Gazeta Mercantil, a secretária da Receita Federal informou que a regulamentação do regime especial Drawback Integrado vai contribuir para estimular as empresas e melhorar os números da balança comercial. "Isso vai ajudar muito os exportadores, pois estamos fazendo a suspensão das alíquotas de IPI, PIS/Confins, para que essa indústria compre os insumos. Tudo que é empregado ou consumido na industrialização ou na elaboração do produto a ser exportado terá a suspensão desses tributos. Isso vai facilitar bastante a vida do exportador", disse Lina.
Questionada sobre o impacto fiscal com a inclusão do setor agrícola no drawback, a secretária Lina respondeu que não se deve exportar tributo e que o importante é o estímulo que o mecanismo vai proporcionar às exportações. No caso do setor agrícola, ela calcula uma desoneração de 14,25% nas alíquotas de PIS/Confins e IPI. Hoje a alíquota de PIS/Confins é de 9,25% e a do IPI de 5% em média.
Segundo a portaria, serão desonerados dos insumos o IPI vinculado à exportação e o PIS/Pasep e PIS/Confins. Serão beneficiadas pelo regime especial as empresas que declaram impostos pelo lucro real, segundo esclarecimentos de fontes do Fisco. E serão vedadas as empresas que declaram pelo Regime do Simples, lucro presumido e cooperativas, com exceção das cooperativas agrícolas.
"Essa é uma medida de facilitação. O que estamos fazendo é incentivar o mercado interno para que ele produza e exporte mais sem entraves que existiam na incidência do PIS/Confins em todos os insumos que o exportador adquiria para produzir o produto e exportar", declarou. O MDIC está desenvolvendo um software para incluir o setor agrícola no sistema especial Drawback Integrado.
A matéria é de Viviane Monteiro, publicada na Gazeta Mercantil, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint".
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Preço do leite x alimentos concentrado
Pelo site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br): 01/04/2009
Por Cristiane de Paula Turco
"De acordo com levantamento realizado pela Scot Consultoria, em março, as relações de troca entre o leite e os principais alimentos concentrados melhoraram 7,6%, em média para o produtor, quando comparadas com o mesmo período de 2008.
Dos produtos analisados (farelo de soja, farelo proteinoso de milho, uréia pecuária, farelo de arroz, milho, farelo de trigo, polpa cítrica e caroço de algodão), a relação de troca com a polpa cítrica foi a que mais melhorou. Em média, o poder de compra do produtor de São Paulo aumentou 46,7% em relação a março do ano passado. Passou de 2,15 quilos de polpa/litro de leite para os atuais 3,16 quilos/litro de leite.
Apenas para o farelo de soja e para a uréia foi registrada queda nas relações de troca. Respectivamente, o poder aquisitivo do produtor piorou 25,4% e 10,7%. Isso porque além do preço do leite ter caído de 2008 para 2009, as cotações desses concentrados subiram no mesmo período.
Para os demais produtos analisados, considerando março de 2009 em relação a março de 2008, as relações de troca aumentaram 20,7% para o farelo proteinoso de milho, 14,1% para o farelo de arroz, 14,4% para o milho, 0,2% para o trigo e 0,7% para o caroço de algodão".
Por Cristiane de Paula Turco
"De acordo com levantamento realizado pela Scot Consultoria, em março, as relações de troca entre o leite e os principais alimentos concentrados melhoraram 7,6%, em média para o produtor, quando comparadas com o mesmo período de 2008.
Dos produtos analisados (farelo de soja, farelo proteinoso de milho, uréia pecuária, farelo de arroz, milho, farelo de trigo, polpa cítrica e caroço de algodão), a relação de troca com a polpa cítrica foi a que mais melhorou. Em média, o poder de compra do produtor de São Paulo aumentou 46,7% em relação a março do ano passado. Passou de 2,15 quilos de polpa/litro de leite para os atuais 3,16 quilos/litro de leite.
Apenas para o farelo de soja e para a uréia foi registrada queda nas relações de troca. Respectivamente, o poder aquisitivo do produtor piorou 25,4% e 10,7%. Isso porque além do preço do leite ter caído de 2008 para 2009, as cotações desses concentrados subiram no mesmo período.
Para os demais produtos analisados, considerando março de 2009 em relação a março de 2008, as relações de troca aumentaram 20,7% para o farelo proteinoso de milho, 14,1% para o farelo de arroz, 14,4% para o milho, 0,2% para o trigo e 0,7% para o caroço de algodão".
segunda-feira, 30 de março de 2009
Bovinos: aumento no abate de fêmeas
30/03/2009
Por Maria Gabriela O Tonini, retirado do site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br).
"A participação das vacas nos abates de bovinos (vacas + bois) voltou a diminuir em 2008.
Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os abates de bois e vacas, as fêmeas tiveram participação de 38,6%.
A participação nesta proporção não ocorria desde 2003, quando as fêmeas representaram 36,6% do abate.
Entre 2004 e 2007, o aumento da proporção de fêmeas abatidas indicou abate exacerbado de matrizes e conseqüente redução do rebanho e da produção de carne. Mas em 2008, pelo segundo ano consecutivo, a participação das fêmeas no abate diminuiu, o que indica menor abate de matrizes e conseqüente retomada do ciclo pecuário".
Por Maria Gabriela O Tonini, retirado do site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br).
"A participação das vacas nos abates de bovinos (vacas + bois) voltou a diminuir em 2008.
Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os abates de bois e vacas, as fêmeas tiveram participação de 38,6%.
A participação nesta proporção não ocorria desde 2003, quando as fêmeas representaram 36,6% do abate.
Entre 2004 e 2007, o aumento da proporção de fêmeas abatidas indicou abate exacerbado de matrizes e conseqüente redução do rebanho e da produção de carne. Mas em 2008, pelo segundo ano consecutivo, a participação das fêmeas no abate diminuiu, o que indica menor abate de matrizes e conseqüente retomada do ciclo pecuário".
quarta-feira, 18 de março de 2009
Kroetz: "Brasil ainda precisa se livrar do estigma da febre aftosa"
Pelo site Sonotícias (www.sonoticias.com.br/agronoticias/)
18 de março de 2009 - 10:58h
Autor: Agência Safras
"O Brasil ainda precisa se livrar do estigma da febre aftosa, segundo afirmou nessa terça, Inácio Kroetz, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o balanço da Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa de 2008, divulgado na segunda/feira.
"No momento em que estivermos livres da febre aftosa, mesmo com vacinação, nós vamos alcançar mercados que são mais exigentes mas, por sua vez, pagam melhora", afirmou o secretário.
Segundo o balanço, foram imunizados cerca de 168 milhões de animais na primeira etapa e 170 milhões na segunda, atingindo uma cobertura de 96% e 97%, respectivamente.
A meta é que o Brasil esteja livre da febre aftosa com vacinação dos animais até o final de 2010 e que, no futuro, a vacinação não seja mais
necessária, como ocorre atualmente em Santa Catarina".
18 de março de 2009 - 10:58h
Autor: Agência Safras
"O Brasil ainda precisa se livrar do estigma da febre aftosa, segundo afirmou nessa terça, Inácio Kroetz, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o balanço da Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa de 2008, divulgado na segunda/feira.
"No momento em que estivermos livres da febre aftosa, mesmo com vacinação, nós vamos alcançar mercados que são mais exigentes mas, por sua vez, pagam melhora", afirmou o secretário.
Segundo o balanço, foram imunizados cerca de 168 milhões de animais na primeira etapa e 170 milhões na segunda, atingindo uma cobertura de 96% e 97%, respectivamente.
A meta é que o Brasil esteja livre da febre aftosa com vacinação dos animais até o final de 2010 e que, no futuro, a vacinação não seja mais
necessária, como ocorre atualmente em Santa Catarina".
terça-feira, 17 de março de 2009
Bom dia pessoal, só um aviso: para me mandar email utilize o endereço "elizeudv@hotmail.com" o meu email "elizeudv@gmail.com" tenho consultado pouco por isso posso demorar para responder.
Obrigado.
Obrigado.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Preços precuários em alta na Austrália
Pelo site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br) 16/03/2009.
Por Fabiano Tito Rosa
"De acordo com relatório do Meat and Livestock Austrália (MLA) os preços pecuários estão em alta no país. O movimento teve início para os bovinos “tipo exportação”, mas agora se espalhou para todas as categorias.
O MLA destaca, sem citar valores, que o clima mais favorável e o reaquecimento das vendas externas de carne e de gado respondem pelo movimento.
No que diz respeito à exportação, aponta que os preços de cortes congelados voltaram a subir para a União Européia. Que a demanda da Indonésia continua forte e que a Rússia está retomando as compras de carne sul-americana, com destaque para a brasileira, já promovendo recuperação das cotações.
Em síntese, há sinais de que o comércio internacional está voltando a se aquecer. Lembrando que, ao contrário do Brasil, a Austrália já havia registrado embarques recordes em fevereiro último".
Por Fabiano Tito Rosa
"De acordo com relatório do Meat and Livestock Austrália (MLA) os preços pecuários estão em alta no país. O movimento teve início para os bovinos “tipo exportação”, mas agora se espalhou para todas as categorias.
O MLA destaca, sem citar valores, que o clima mais favorável e o reaquecimento das vendas externas de carne e de gado respondem pelo movimento.
No que diz respeito à exportação, aponta que os preços de cortes congelados voltaram a subir para a União Européia. Que a demanda da Indonésia continua forte e que a Rússia está retomando as compras de carne sul-americana, com destaque para a brasileira, já promovendo recuperação das cotações.
Em síntese, há sinais de que o comércio internacional está voltando a se aquecer. Lembrando que, ao contrário do Brasil, a Austrália já havia registrado embarques recordes em fevereiro último".
sexta-feira, 6 de março de 2009
Carne bovina: mercado interno x mercado externo
Pelo site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br) em 06/03/2009.
"De 2000 a 2008 as exportações brasileiras de carne bovina cresceram 268%, sendo que a produção aumentou 45%. A importância do mercado externo, portanto, quase triplicou.
Ano passado, porém, as vendas externas registraram retração significativa. A produção também diminuiu, mas em menor proporção (mesmo considerando que esse número ainda pode ser revisto para baixo). Dessa forma, o mercado externo perdeu um pouco de sua importância.
Esse quadro pode se intensificar em 2009. Apesar de não haver ainda estatísticas de abate/produção atualizadas, é provável que as vendas externas estejam mantendo um ritmo de queda mais acentuado em relação ao ajuste que se observa para os abates.
Afinal, além do problema do crédito, é preciso considerar que, internamente, as quedas que vêem sendo registradas para a carne bovina têm sido relativamente mais comedidas do que no mercado internacional".
"De 2000 a 2008 as exportações brasileiras de carne bovina cresceram 268%, sendo que a produção aumentou 45%. A importância do mercado externo, portanto, quase triplicou.
Ano passado, porém, as vendas externas registraram retração significativa. A produção também diminuiu, mas em menor proporção (mesmo considerando que esse número ainda pode ser revisto para baixo). Dessa forma, o mercado externo perdeu um pouco de sua importância.
Esse quadro pode se intensificar em 2009. Apesar de não haver ainda estatísticas de abate/produção atualizadas, é provável que as vendas externas estejam mantendo um ritmo de queda mais acentuado em relação ao ajuste que se observa para os abates.
Afinal, além do problema do crédito, é preciso considerar que, internamente, as quedas que vêem sendo registradas para a carne bovina têm sido relativamente mais comedidas do que no mercado internacional".
quinta-feira, 5 de março de 2009
Brasil aumenta área de alto risco na fronteira oeste
Pelo site Beef Point (www.beefpoint.com.br) dia 05/03/2009:
"A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) publicou no Diário Oficial desta quarta-feira (4) a portaria 1.758, que altera o documento de criação da Zona de Alta Vigilância (ZAV), localizada na fronteira entre Mato Grosso do Sul e os dois países vizinhos.
Até então, a ZAV era composta por 11 municípios, que fazem fronteira com o Paraguai. Com a nova portaria, Corumbá e Ladário também são incluídos na área de proteção especial, ampliando as ações severas de cobertura do trânsito e da vacinação do gado para a área fronteiriça com a Bolívia.
A ZAV fica composta pelos municípios de Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Japorã, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Sete Quedas, e agora, Corumbá e Ladário.
Criada em janeiro de 2008, a Zona de Alta Vigilância é uma região onde as ações de fiscalização do gado, tanto no trânsito como em ações de vacinação, são mais severas. Isso se deve aos focos de febre aftosa registrados em 2005, em alguns municípios do sul do Estado.
Em julho do ano passado, Mato Grosso do Sul recuperou o status de área livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Já no começo deste ano, técnicos da União Européia visitaram propriedades para verificar as condições sanitárias e ampliar o comércio de carne bovina in natura entre o Estado e o bloco econômico.
Também no Diário Oficial desta quarta-feira (4), a Iagro definiu o calendário de vacinação contra a febre aftosa para 2009. Nas duas etapas, o período foi antecipado em, aproximadamente, 30 dias.
A primeira etapa acontece de 1° de abril a 15 de maio, com a vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade. Já a segunda parte da vacinação deve acontecer entre 1° de outubro a 15 de novembro, também todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade.
Na vacinação de 2008, foram imunizados cerca de 21 milhões de cabeças de gado em todo o Estado. Após a vacinação, os produtores tem o prazo de 15 dias para informar à Iagro.
As informações são da Seprotur, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint".
"A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) publicou no Diário Oficial desta quarta-feira (4) a portaria 1.758, que altera o documento de criação da Zona de Alta Vigilância (ZAV), localizada na fronteira entre Mato Grosso do Sul e os dois países vizinhos.
Até então, a ZAV era composta por 11 municípios, que fazem fronteira com o Paraguai. Com a nova portaria, Corumbá e Ladário também são incluídos na área de proteção especial, ampliando as ações severas de cobertura do trânsito e da vacinação do gado para a área fronteiriça com a Bolívia.
A ZAV fica composta pelos municípios de Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Japorã, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Sete Quedas, e agora, Corumbá e Ladário.
Criada em janeiro de 2008, a Zona de Alta Vigilância é uma região onde as ações de fiscalização do gado, tanto no trânsito como em ações de vacinação, são mais severas. Isso se deve aos focos de febre aftosa registrados em 2005, em alguns municípios do sul do Estado.
Em julho do ano passado, Mato Grosso do Sul recuperou o status de área livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Já no começo deste ano, técnicos da União Européia visitaram propriedades para verificar as condições sanitárias e ampliar o comércio de carne bovina in natura entre o Estado e o bloco econômico.
Também no Diário Oficial desta quarta-feira (4), a Iagro definiu o calendário de vacinação contra a febre aftosa para 2009. Nas duas etapas, o período foi antecipado em, aproximadamente, 30 dias.
A primeira etapa acontece de 1° de abril a 15 de maio, com a vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade. Já a segunda parte da vacinação deve acontecer entre 1° de outubro a 15 de novembro, também todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade.
Na vacinação de 2008, foram imunizados cerca de 21 milhões de cabeças de gado em todo o Estado. Após a vacinação, os produtores tem o prazo de 15 dias para informar à Iagro.
As informações são da Seprotur, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint".
segunda-feira, 2 de março de 2009
Rússia volta a comprar carne bovina paraguaia
Pelo site Beef Point (www.beefpoint.com.br) dia 02/03/2009.
"A Rússia retomou a compra de carne bovina paraguaia após ter praticamente suspendido suas compras em agosto passado em decorrência da crise financeira internacional, segundo informou o Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) do Paraguai.
O Senacsa disse que, nas duas primeiras semanas de fevereiro, os russos compraram 1.500 toneladas de carne, superando as 117 toneladas adquiridas em janeiro. Assim, a Rússia pode voltar a ser um dos principais mercados do Paraguai.
O principal mercado de carne do Paraguai é o Chile, que comprou nos dois primeiros meses do ano 5.700 toneladas, pagando US$ 17 milhões; em terceiro lugar está a Venezuela, com 1.600 toneladas.
A reportagem é do The Associated Press, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint".
"A Rússia retomou a compra de carne bovina paraguaia após ter praticamente suspendido suas compras em agosto passado em decorrência da crise financeira internacional, segundo informou o Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) do Paraguai.
O Senacsa disse que, nas duas primeiras semanas de fevereiro, os russos compraram 1.500 toneladas de carne, superando as 117 toneladas adquiridas em janeiro. Assim, a Rússia pode voltar a ser um dos principais mercados do Paraguai.
O principal mercado de carne do Paraguai é o Chile, que comprou nos dois primeiros meses do ano 5.700 toneladas, pagando US$ 17 milhões; em terceiro lugar está a Venezuela, com 1.600 toneladas.
A reportagem é do The Associated Press, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint".
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Exportação de bovinos vivos para abate ou reprodução
Pelo site Scot Consultoria (www.scotconsultoria.com.br) dia 23/02/2009.
"O Brasil exporta bovinos vivos para engorda/abate e para reprodução. No entanto, o mercado que mais cresce é o de animais para engorda e abate, em função dos preços mais baixos, maior facilidade de vendas e de acesso a mercados. Do ponto de vista sanitário, é mais complicado comercializar animais para reprodução.
O fato é que o Brasil ainda exporta um volume muito pequeno de bovinos para reprodução, mesmo tendo preços relativamente atrativos.
Em 2008, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o preço médio dos bovinos brasileiros exportados para engorda/abate foi de US$920 por cabeça. No mesmo período, os animais para reprodução foram comercializados por cerca de US$1.460 por cabeça. Uma diferença de quase 60% por animal".
"O Brasil exporta bovinos vivos para engorda/abate e para reprodução. No entanto, o mercado que mais cresce é o de animais para engorda e abate, em função dos preços mais baixos, maior facilidade de vendas e de acesso a mercados. Do ponto de vista sanitário, é mais complicado comercializar animais para reprodução.
O fato é que o Brasil ainda exporta um volume muito pequeno de bovinos para reprodução, mesmo tendo preços relativamente atrativos.
Em 2008, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o preço médio dos bovinos brasileiros exportados para engorda/abate foi de US$920 por cabeça. No mesmo período, os animais para reprodução foram comercializados por cerca de US$1.460 por cabeça. Uma diferença de quase 60% por animal".
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